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Com apoio da CUT/MS, pesquisadores querem criar comitê estadual contra o agrotóxico

28/09/2011

O SINDICATO NACIONAL DOS TRABALHADORES DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO esta engajado na luta nacional permanente contra o agrotóxico no Brasil, propondo a criação de uma comissão no MS.

Escrito por: Palmir Cleverson Franco com assessoria

No estado o uso do agrotóxico é feito em larga escala, tanto nas lavouras, quanto na pecuária,

O SINDICATO NACIONAL DOS TRABALHADORES DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO - SINPAF esta engajado na luta nacional permanente contra o agrotóxico no Brasil. Por acreditar nesta bandeira está propondo a criação de um Comitê Estadual Permanente Contra os Agrotóxicos em Mato Grosso do Sul.

 

No estado o uso do agrotóxico é feito em larga escala, tanto nas lavouras, quanto na pecuária, tal qual de norte a sul do país, e só com um trabalho de conscientização, denuncia e muita luta poderá propor alternativas para acabar com o envenenamento de muitas famílias.

Desta forma, o SINPAF está convidando as entidades e lideranças que se identificam com essa temática para criar no MS o Comitê Estadual Permanente Contra o Agrotóxico, para em conjunto com a Campanha Nacional Contra o Agrotóxico e pela vida, empreender um trabalho na busca do fim do envenenamento compulsório do povo brasileiro.

 

A reunião preliminar acontecerá no dia 30 de setembro de 2011 na sede da

Cut/MS, rua travessa Coronel Edgard Gomes nº49 Bairro São Tomé, próximo a Feira central de Campo Grande, às 17h para deliberar a mobilização para a criação do Comitê. No dia 07 de outubro será realizado o lançamento do Comitê dando maior visibilidade à luta.

 

Sobre as ações do Comitê;

 

O Comitê não deve ser necessariamente um espaço físico, mas acima de tudo um espaço de articulação das forças contra os agrotóxicos. Para isto é necessário a realização de reuniões periódicas, ter um calendário de ações que busque denunciar os efeitos dos agrotóxicos na saúde, no meio ambiente, etc. Desta forma o comitê deve:

Servir de "balcão de denúncias" para monitorar e denunciar publicamente e coletivamente as empresas para desgastá-las.

 

Levar a contradição posta pelos agrotóxicos para dentro da estrutura do estado, apresentando projetos de lei, construindo audiências públicas, articulando-se com secretarias de saúde, parlamentares próximos, conselhos municipais e estaduais de saúde, de segurança alimentar, de educação etc.

 

Fazer atividades de formação e agitação popular, com ações nos supermercados, distribuição de panfletos, etc. Nestes momentos, aproveitar para propagandear agroecologia e os valores. Marcar audiências públicas seguidas de atos públicos para criar fatos políticos contra os agrotóxicos.

 

Articular-se com a academia, buscando assim parcerias com pesquisadores, professores, etc; de forma que possam ajudar a nos subsidiar com informações cientificas e ao mesmo tempo colocar o tema para dentro do espaço acadêmico.

 

Relacionar a problemática dos agrotóxicos com a saúde dos trabalhadores (desde os camponeses, assalariados rurais, etc, até os trabalhadores das empresas).

Fazer lutas concretas: denunciar as empresas, impactos à saúde e ao meio ambiente.

 

Elaboração de materiais específicos da região/estado e garantir a reprodução dos demais materiais da campanha.

 

Se relacionar com os conselhos municipais de saúde, alimentação, educação e outros. Envolver quem acessa o PAA e o PNAE nos municípios tanto pela produção como no consumo de escolas e entidades. Envolver os setores da comunicação (sindicatos de jornalistas, radialistas...) para dar respaldo e visibilidade ao comitê.

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