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Ato Internacional do Dia dos Trabalhadores

04/05/2018

O evento foi realizado na Fronteira Brasil-Bolívia, entre os municípios de Corumbá e Puerto Quijarro no dia 1º de maio

Escrito por: Sérgio Souza Júnior CUT-MS

O evento contou com representantes de vários sindicatos CUTistas, da Central Obrera Boliviana, CUT-MS, representantes dos Partidos Políticos MAS (Movimento ao Socialismo) PT, PC do B, Psol e de movimentos sociais dos dois países como o MST, Bartolinas (Movimento Indígena de Mulheres na Bolívia), Centro Social Brasil-Bolívia, da Frente Brasil Popular de Corumbá e Ladário, de Representantes da Comunidade Árabe Palestina, Sindsep-MS, Sinasefe-MS, Sinpaf-MS, Simted de Corumbá, entre outros.

 

Na avaliação dos participantes o ato foi histórico, mesmo realizado em baixo de um sol pesado, contou com a presença de aproximadamente 100 pessoas.

 

Dirigentes sindicais e de partidos políticos dos dois países assinalaram o apoio a liberdade de Lula, a palavra de ordem #LulaLivre ocupou os discursos de todas as lideranças.

 

Ato

Genilson Duarte representou a CUT nacional no ato e disse “um governo golpista e um congresso que não tem compromisso com a classe trabalhadora, nós vivemos um retrocesso. Dizer que no nosso país existe um preso político, existe o melhor presidente que o Brasil já teve, que melhorou e muito a vida dos trabalhadores, mas esta direita golpista e fascista que temos em nosso país, não aceita isso”.


Genilson afirmou que estamos em luta pela liberdade de Lula, líder em todas as pesquisas eleitorais, para à presidência do Brasil.

 

Ana Ester Savedra Lopez vereadora do MAS de Puerto Quijarro, foi categórica em sua fala“glória aqueles caídos aqui em Bolívia e Brasil, por este companheiro que está preso em Brasil, que alegam ser corrupto... corrupta é esta direita fascista, corruptos são aqueles que querem tomar nossa história de luta como sempre...” Ao final de sua fala, Ana Ester reforçou seu pedido por Lula Livre.

Sobre a situação brasileira, Vilson Gimenez, Secretário de Finanças da CUT-MS afirmou, “a Presidenta Dilma foi retirada do poder por um governo golpista, fascista...posteriormente, nosso maior líder sindical, o Presidente Lula, foi preso injustamente, para não poder concorrer às eleições, mas vamos sim ter Lula Presidente e lula Livre”.

 

O dirigente ressaltou a necessidade de um duro combate à Reforma Trabalhista e às terceirizações.
 

Por sua parte, Dilma Gomes, Secretária Geral da CUT-MS  destacou: “ hoje no primeiro de maio, dia dos trabalhadores e trabalhadoras estamos denunciando o que acontece em nosso país. Hoje não estamos comemorando o primeiro de maio, estamos afirmando que precisamos ter um congresso que ouça e fale a língua dos trabalhadores e trabalhadoras”, disse a dirigente.

 

Ela defendeu a ampliação das mulheres nos cargos eletivos nas eleições deste ano e a devolução de todos os ativos brasileiros, tal como o Pré-Sal, entregue aos estrangeiros pelo governo ilegítimo de Temer.

 

Elizabet Flores, representante das Bartolinas, movimento de mulheres indígenas da Bolívia, disse que “foi graças a Evo que agora nós temos condições de trabalhar em paz em nossas terras”, ela também afirmou que “a direita, os facistas do Brasil, buscaram prender Lula, porque este se ocupou em dar apoio às mulheres e aos homens trabalhadores do Brasil”, disse. Ao final de sua fala, Elizabet Flores afirmou a necessidade da liberdade ao Presidente Lula.

 

"Embaixo de sol de lascar, pesado, mas com orgulho de estar aqui" comentou em sua fala, Webergton Sudário o Corumbá da Fetricom-MS.

 

Giovano Midon, formado pelo curso de Relações Internacionais da CUT, afirmou que “este momento é histórico, com certeza nós teremos algo muito importante para contar aos nossos filhos sobre este encontro de trabalhadores, entre dois países irmãos”, reforçou o sindicalista.

 

Já Daniela Estrada representante educacional do sindicato Majoristas (professores) da província de Puerto Quijarro (Herman Bush), requereu mais lutas em defesa da educação e aguarda novas inciativas de integração entre trabalhadores da Bolívia e do Brasil.

 

 

Em todas as falas, lideranças sindicais e dos partidos políticos dos dois países, reafirmaram que novos encontros e articulações, entre as lideranças da classe trabalhadora do Brasil e da Bolívia devem ter continuidade.

Foto ampla do eventoAna Ester Savedra Lopez (em sua fala)Midon, Schabib e Corumbá que muito contribuíram na organizaçãoFoto ampla

 

 

 

 

 

 

 

 

 




Assista os vídeos de algumas intervenções no evento. 

https://www.youtube.com/watch?v=Gl-OQi7bIfM&feature=youtu.be

https://www.youtube.com/watch?v=dE68hv2vhC0&feature=youtu.be

https://www.youtube.com/watch?v=2hjbNfb9xJY&feature=youtu.be

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